ODONTOPEDIATRIA

Crianças e adolescentes

A odontopediatria é a área da odontologia que cuida da saúde bucal das criança, desde o momento do nascimento até a adolescência. Além disso, os odontopediatras são responsáveis também pela higiene bucal dos bebÊs e das gestantes.

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Perguntas Frequentes

O ideal é que ocorra na época de erupção (nascimento) do primeiro dente de leite (dente temporário), por volta dos seis meses de vida ou, no máximo, até à criança completar o primeiro ano de vida, de modo a estabelecer um programa preventivo de saúde oral e interceptar hábitos que possam ser prejudiciais. Quando existe uma boa saúde oral, a criança deve ser examinada a cada seis meses. Em situações de elevado risco de cárie, esta periodicidade deve ser reduzida para intervalos de três meses.

Os dentes decíduos permitem que o bebê e a criança mastiguem corretamente, ajudam na fala e deglutição. Estes dentes também guardam o espaço e servem de guia para a erupção (nascimento) dos dentes permanentes, estimulam o correto desenvolvimento e crescimento dos arcos dentais e articulações (ATM). 

A odontopediatria vai fornecer condições de medidas preventivas, diagnóstico e tratamento precoce das doenças e alterações orais. Caso não haja uma visita periódica adequada ao odontopediatra, as crianças poderão passar pelo processo de troca de dentição sem o correto diagnóstico, algumas alterações na gengiva, bochechas, lábios, língua, dentes, arcos dentais e articulações (ATM). É frequente também o atendimento dos traumatismos orais nesta fase, que poderão ter sequelas tanto para os dentes de leite, quanto para os dentes permanentes.

Normalmente, ocorre por volta dos seis anos de idade, mas pode variar de acordo com a hereditariedade ou presença de alguma alteração sistêmica da criança. Em média, aparece os primeiros dentinhos entre os 6 e os 8 meses de idade, sendo as meninas geralmente mais precoces; entre os 2 anos e meio e os 3 anos de idade os 20 dentes temporários já estarão presentes na cavidade oral. Já a dentição permanente ou definitiva inicia-se entre os 5 e os 7 anos e constitui-se de 32 dentes.

Os sintomas mais comuns são: gengivas avermelhadas, aumento da salivação, perda de apetite e alteração dos hábitos nutricionais, ansiedade, dificuldade em dormir. Se a criança apresentar febre, vômitos ou diarréia, deverá ser consultada pelo seu médico pois poderá existir outra causa subjacente. O desconforto da criança pode ser aliviado limpando a boca 2- 3 vezes por dia com uma gaze molhada ou recorrendo a mordedores e geles disponíveis no mercado.

Até cerca dos 3 anos de idade os hábitos de sucção não nutritiva (chupeta, por exemplo) devem ser abandonados, atendendo à possibilidade de auto-correção de desarmonias no desenvolvimento das arcadas dentárias. Para a criança que toma leite em mamadeira, o hábito deve ser abandonado, idealmente, quando a criança completar 1 ano. Alguns métodos podem ajudar a substituir a mamadeira, o copo ou colher.

Para a prevenção de lesões de cárie na primeira infância, várias medidas são importantes: como promover a amamentação materna pelo menos até aos 6 meses de idade, colocar apenas leite ou água na mamadeira e oferecer à criança sobretudo durante o dia e nunca quando esteja dormindo; não colocar líquidos açucarados no na mamadeira nem na chupeta; logo que os primeiros dentes erupcionem (nascem), promover a sua higiene com uma gaze, dedeira ou escova macia, sendo ideal após as refeições.